Oficinas Criativas - EB1 do Lagarteiro
Projeto que propôs a criação de espaços de escuta e expressão artística,
com alunos do 1º ciclo da Escola Básica do Lagarteiro.
Projeto que propôs a criação de espaços de escuta e expressão artística,
com alunos do 1º ciclo da Escola Básica do Lagarteiro.

Ação inserida no projeto Mediadores Municipais e Interculturais, promovido pela Câmara do Porto, que integra o longo trabalho da PELE de mapeamento, aproximação e diálogo permanente com diferentes grupos na cidade.

Cenários futuros é um projeto de escuta, mapeamento, especulação e criação artística colaborativa que aborda o conceito de pós natural nas suas múltiplas expressões. O projeto foi estruturado como uma investigação colaborativa, interdisciplinar e sensível à relação entre as comunidades locais e as perceções-transformações-narrativas-imagéticas do território.

Quanto espaço, físico e simbólico, ocupam as mulheres nas cidades? TransFemina: Intersectional Landscapes propõe a criação de espaços de reflexão, discussão e ação coletiva sobre a invisibilidade das narrativas feministas no património cultural e as desigualdades no espaço público em 3 cidades: Porto, Barcelona e Modena, através de um processo de coprodução de intervenções artísticas site-specific.

A sentir. O quê? Tu consegues? Tu consegues ouvir? Ouvir de dentro para fora. O que acontece sem fazermos nada? Corpos movem-se juntos através do espaço, ritmos, tempos. Conectando, seguindo, deixando um do outro. Corpo-espaço. Sustentando-se um ao outro. Segurando-se um ao outro. Selva-cidade. Coexistindo. Co-dependendo. Olha em volta. Ouve através da tua pele. Torna-te parte. Tocando nele. O quê? Consegues sentir?

Training for the Contact Zone (TCZ) é uma iniciativa europeia dedicada a repensar a educação de adultos, com um foco especial nos museus e na aprendizagem do património. A sua missão principal é reforçar a coesão europeia, promovendo o diálogo e a compreensão cultural partilhada.

Projeto de experimentação artística, desenhado a partir de processos de mapeamento, registo e reinterpretação do património imaterial resistente no concelho de Vale de Cambra.
Através de ferramentas de co-criação artística e de metodologias participativas,
o projeto visa despoletar um novo olhar sobre a identidade do território, valorizando as suas potencialidades enquanto terreno fértil para desbravar caminhos de futuro.

Futura é a criação coletiva de metanarrativas que inspiram futuros e imaginários sociais alternativos; Futura é a apropriação do potencial da transferência de conhecimento por via genética para horizontalizar relações de diálogo multiespécies; Futura é a desconstrução de hierarquias estabelecidas de biopoder; Futura é a cocriação de tensão entre Arte e Biologia; Futura é pós-natureza.

“Onde (não) estavam elas?” é um projeto artístico de participação comunitária, promovido pelo Arquivo Municipal de Braga, com direção artística da PELE. O projeto propõe envolver a comunidade sénior local em processos de reflexão, discussão e criação coletiva, a partir do arquivo fotográfico da cidade.

“Ser Brava é a gente ‘firmar-se naquilo que está a fazer,
no que está a dizer e naquilo que quer ser.”

Este projeto envolve jovens na co-criação e partilha de conhecimento e recursos, recorrendo a métodos artísticos e ao teatro. Promove uma abordagem holística ao autocuidado, capacitando os participantes a priorizar a sua saúde, ao mesmo tempo que fomenta um forte sentimento de pertença e os inspira a impulsionar mudanças positivas nas suas comunidades e entre os seus pares.

azevedo é um programa de criação artística regenerativa que propõe estabelecer o diálogo entre o território de Azevedo (Campanhã, Porto), comunidades residentes (humanas e mais-que-humanas) e criadores nacionais e internacionais.

Refletir sobre sustentabilidade é, inevitavelmente, indagar sobre processos teóricos e práticos de sobrevivência, presente e futura. Assim, na nossa prática de criação artística, vemo-nos na urgência de reconfigurar os padrões de produção e consumo, procurando alternativas éticas de contribuir para um futuro partilhado.

Na cozinha, por mais pequena que seja, cabe sempre mais um. Na cozinha, os cheiros são memórias, os gestos um arquivo do corpo. Na cozinha, é onde toda a gente quer estar, mesmo quando não tem nada para fazer. (...) A cozinha pode ser qualquer lugar em que pessoas se encontram e partilham, como o teatro.

O Enxoval enquanto representação social da condição feminina e de uma carga simbólica que cruza diferentes gerações. Um património de objetos, afeto e conduta, a transmissão de uma concepção de mulher passada de avós- mães- filhas.

Pode uma só sopa conter ingredientes de uma horta, de um prado, de um pomar e de uma floresta? Durante um ano, vimos as estações passar e estudámos as relações visíveis e invisíveis entre coisas, vivas e não vivas...

Gostávamos de criar um arquivo de vivências do hoje. Gostávamos de juntar a nossa voz a outras.

Uma micro-história que, a partir de provocações múltiplas, propõe refletir, partilhar, questionar, especular e imaginar outros fluxos e práticas possíveis.

Propõe uma prática transgressora de fronteiras e potencialmente estimuladora de acesso à participação cultural, ocupando o espaço de interdependência entre criação e programação artística e convocando a si rotinas de mobilidade.

Um espaço que propõe criar sinergias entre moradores e criadores convidados. Tem por objetivo inspirar modelos alternativos de vivência coletiva no diálogo entre Tensão, Conflito, Comum e Utopia. Um lugar aberto à experimentação que contribui para afirmar uma identidade comum

Um espaço de criação coletiva que cruza linguagens, setores e comunidades.
Assume-se como um ecossistema regenerativo de participação, discussão, convívio e ação. Propõe refletir sobre modelos alternativos de produção, trabalho em rede e capacitação

Dois corpos partilham um mesmo espaço onde, na aparência, dois tempos não interagem. Um futuro que não se deixa reconhecer, uma estabilidade que não é vitalícia, um imediatismo que se torna descartável, um pluralismo que se exterioriza intensamente.
