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Quase Nada

Grupo de Teatro de Surdos do Porto

Enquadramento

 

Um dos objetivos deste projeto foi dar continuidade a um trabalho desenvolvido pela PELE, de forma a consolidar e apoiar o Grupo de Teatro de Surdos do Porto, em novas pesquisas artísticas e novas criações, foi o que nos levou a procurar os co-produtores: A.S.P., Serviço Educativo da Casa da Música e o Serviço Educativo da Fundação Ciência e Desenvolvimento da Câmara Municipal do Porto, este foi um projeto financiado pela Secretaria de Estado da Cultura / DGArtes. Procurando que as barreiras entre as comunidades surda e ouvinte sejam ultrapassadas, através de experiências artísticas, contribuindo para a inclusão e coesão social de uma comunidade com pouco acesso à educação e vivência artística. 

 

QUASE NADA promoveu a pesquisa da Língua Gestual Portuguesa e o seu potencial teatral/corporal, propondo o cruzamento de línguas (língua portuguesa e gestual portuguesa num espetáculo bilingue) e linguagens (poesia, teatro, música, dança), para a criação de novos discursos. Aproximando pessoas que falam com a boca e as pessoas que falam com as mãos através da criação de um discurso comum, o artístico.

 

 “QUASE NADA” promoveu uma intensa troca corporal, onde as vírgulas, os tempos verbais, os sentimentos e as intenções serão tocados num orgânico teclado de notas que vibram para além do som e que se estendem por todo o espaço.

 

 

Sinopse

 

 “Uma coisa é habitar a pele,

Outra ter a noite por fragata”

Eugénio de Andrade

 

QUASE NADA é um ciclo de vida íntima e emocional daqueles que vivem o ritmo do tempo, sem medo das curvas. E atravessam o calor do Verão e o frio do Inverno com a mesma paixão.

 

QUASE NADA é um lugar pequenino e nada pretensioso onde os desejos e as frustrações, os encontros e os desencontros acontecem sempre com o sabor da fruta da época como forma de suportar as palavras.

 

Nas cores das estações transformam-se os ritmos dos dias e tudo muda, até porque lá fora as árvores também se despem. Com QUASE NADA rasgam-se paredes e rompem-se os dias, abrindo espaço à brisa de novos lugares.

Ficha Técnica e Artística

 

CRIAÇÃO COLETIVA

 

Direção Artística

João Pedro Correia

 

Assistência Direção

Rosário Costa

Apoio de Português

em Língua Gestual Portuguesa

Isabel Amaral

Direção Musical

António Sérginho

 

Interpretação

Diana Silva / Eva Fernandes / Joana Silveira / Mélissa Silva / Nelson Rodrigues / Pedro Frias / Ricardo Cottin / Sofia Gomes / Sofia Quintas

 

Músicos

António Serginho / Filipe Fernandes / 

Teresa Melo Campos

Cenografia

Ana Gormicho / Daniel Teixeira

Figurinos

PELE

Desenho e Operação Luz

Pedro Cabral

Registo Imagem

César Pedro

Design Gráfico

Nuno Patrício

 

Produção Executiva

Joana Ventura

Produção

PELE

 

Co-Produção

Associação de Surdos do Porto, Serviço Educativo da Casa da Música, Serviço Educativo da Fundação Ciência e Desenvolvimento

da Câmara Municipal do Porto

 

Projeto financiado pela Secretaria 

de Estado da Cultura / DGArtes

(Direcção-Geral das Artes)

 

 

Curriculum do Projeto

Estreou na Cidade do Porto a 28 de Outubro de 2011 na Sala Estúdio do Teatro do Campo Alegre. Com apresentações nos dias 28, 29 e 30 Outubro 2011.

26 Novembro 2011: MEXE _ Encontro Arte Comunitária, produzido pela PELE e a Iniciativa Bairros Críticos, no Porto.

25 de Fevereiro 2012: TEMPO – Teatro Municipal de Portimão.

2 e 3 Abril 2012: Festival Ao Alcance de todos, produzido pela Casa da Música, Porto

30 Setembro 2012: Festa do Outono, na Fundação de Serralves, Porto.

7 Dezembro 2012: Federação Portuguesa das Ass. Surdos, Amadora/Lisboa. 

Documentário realizado por César Pedro

 

Reportagens TV e Vídeo

 

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