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Meto a Colher

Instalação / Performance sobre Violência DomésticaDisponível para itinerância

Enquadramento / Sinopse

 

Esta instalação / performance contínua resulta da pesquisa e aprofundamento do tema da violência doméstica, ao longo dos últimos cinco anos, através de vários projectos com diferentes populações, nomeadamente vítimas e agressores. Numa estrutura em forma de cubo, vários intérpretes alternam entre si e recriam quadros domésticos, retratando as diferentes formas de violência no contexto da esfera privada. Como fundo, uma sonoridade constante e cíclica que sustenta a violência doméstica e a improvisação dos intérpretes. Diz o ditado popular que “Entre marido e mulher ninguém mete a colher!”. Pegando nesta máxima tão profundamente enraizada no quotidiano dos portugueses, esta proposta transfere o espaço privado para o espaço público, desnudando-se aquilo que muitas vezes preferimos não ver, ouvir ou saber. O público opta se entra, ou não, neste espaço íntimo, para que simbolicamente possa, ou não, “meter a colher”.

 

 

Apresentações

 

Março 2010 Festival 24 HEURES DE THÉÂTRE NON STOP – Kef / Tunísia, a convite do Instituto Camões

Setembro 2010 MITO – Mostra Internacional de Teatro de Oeiras

Março 2011 Ciclo de Teatro do Porto, organizado pelo Teatro São Luís, Lisboa

Junho 2011 FITEI – Festival Internacional de Teatro Expressão Ibérica, Praça da Batalha no Porto

Novembro 2011 MEXE _ Encontro de Arte e Comunidade, Estação de Metro do Bolhão, Porto no dia da comemoração da Não Violência contra as Mulheres

Ficha Técnica e Artística

 

CRIAÇÃO PELE

 

Interpretação

João Pedro Correia / Maria João Mota e elementos da comunidade local

 

Direção Artística

Hugo Cruz

 

Criação Musical Original

Miguel Ramos

Cenografia

PELE / Carlos Pinheiro

 

Criação Estrutura Cenográfica

Suricata Design Studio

 

Figurinos

PELE

 

Produção

PELE

Reportagens TV e Vídeo