QUASE NADA// 25 Fev. TEMPO-Teatro Municipal de Portimão, 21h30

As palavras de Eugénio de Andrade interpretadas por corpos surdos mas vibrantes e cheios de som, que enchem o espaço com o movimento, explorando o corpo das palavras, criando coreografias do gesto. QUASE NADA promove uma intensa troca corporal, onde as vírgulas, os tempos verbais, os sentimentos e as intenções serão tocados num orgânico teclado de notas que vibram para além do som e que se estendem por todo o espaço.

QUASE NADA é um ciclo de vida íntima e emocional daqueles que vivem o ritmo do tempo, sem medo das curvas. E atravessam o calor do Verão e o frio do Inverno com a mesma paixão.

QUASE NADA é um lugar pequenino e nada pretensioso onde os desejos e as frustrações, os encontros e os desencontros acontecem sempre com o sabor da fruta da época como forma de suportar as palavras.

Nas cores das estações transformam-se os ritmos dos dias e tudo muda, até porque lá fora as árvores também se despem. Com QUASE NADA rasgam-se paredes e rompem-se os dias, abrindo espaço à brisa de novos lugares.

Criação: Colectiva

Direcção Artística: João Pedro CorreiaQUASE NADA @ Sara Moutinho (2)

Assistência Direcção: Rosário Costa

Apoio de Português em Língua Gestual Portuguesa: Isabel Amaral

Direcção Musical: António Sérginho

Interpretação: Diana Silva, Eva Fernandes, Hugo Freitas, Joana Silveira, Mélissa Silva, Pedro Frias, Ricardo Cottin, Sofia Gomes, Sofia Quintas, Tatiana Viana

Cenografia: Ana Gormicho e Daniel Teixeira

Figurinos: PELE

Desenho e Operação Luz: Pedro Cabral

Registo Imagem: César Pedro

Imagem Gráfica: Nuno Patrício

Produção Executiva: Joana Ventura

Produção: PELE

Co-Produção: Associação de Surdos do Porto, Serviço Educativo da Casa da Música, Serviço Educativo da Fundação Ciência e Desenvolvimento da Câmara Municipal do Porto

Projecto financiado pela Secretaria de Estado da Cultura / DGArtes (Direcção-Geral das Artes).

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mais info: http://www.teatromunicipaldeportimao.pt

Correio da Manhã - Portimão